terça-feira, 22 de maio de 2012

Vespas Mandarinas - "O Herói Devolvido"

Tive uma ideia para um teaser e para a gravação de uma performance à moda antiga. Houve uma época onde as bandas gravavam usando apenas 1 set estéreo de microfones.

A mixagem ficava por conta da distância que cada músico ficava do microfone - quis fazer o mesmo.

Para me adaptar aos tempos modernos montei um set estéreo, bem abaixo da câmera (consegue ver o microfone ali?). Observe que é o único microfone que aparece, e no final eu tinha apenas uma pista estéreo para mixar usando a técnica MS. Sei lá... ficou tão bom que ninguém se liga que é ao vivo e que  e que tudo que está acontecendo na sala está entrando apenas nesses 2 microfones.



Deu um pouco de trabalho para conseguir os volumes certinhos e para aprender a cantar desse jeito. Tudo ficou mais fácil quando a rapaziada da banda Vivendo do Ócio chegou.

Essa música se chama "O Herói Devolvido" e talvez esteja no disco que estamos gravando.

Direção minha e do Otavio Sousa.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Todos os Discoteca MTV que fiz até agora, um atrás do outro.

Se pá o trampo mais classe A que fiz na MTV até o momento.

Discoteca | Teco | 29/02/2012

Discoteca | Manu Gavassi | 28/02/2012

Discoteca | Emicida | 16/02/2012


Discoteca | Charles Gavin | 07/02/2012


Discoteca | Stephan | 31/01/2012


Discoteca | Banda Scracho | 30/01/2012


Discoteca | KL Jay | 23/01/2012


Discoteca | Supla | 17/01/2012



Discoteca | Pepeu Gomes | 11/01/2012


Discoteca | Miranda | 10/01/2012


Discoteca | CW7 | 09/01/2012


Discoteca | Lucas Silveira | 09/01/2012

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Entrevista para o site da Playtech

Entrevista Chuck Hipólitho
Publicado em Entrevistas por PlayTech | 7 de fevereiro de 2012
Link aqui: http://www.musicaetudo.com.br/entrevista-chuck-hipolitho/


Chuck Hipólitho é antes de qualquer coisa, apaixonado por música. E quem gosta quer estar envolvido ao máximo, seja como músico ou na produção – hoje em dia, Chuck também trabalha como VJ na MTV. Logo no começo do ano, os baianos da Vivendo do Ócio lançaram um disco, O Pensamento É Um Imã, na produção: Rafael Ramos e Chuck Hipólitho (pela primeira vez).

Em entrevista a PlayTech, o músico, que montou um estúdio caseiro, conta como foi trabalhar na produção e gravação de um disco. E ainda revela os planos para o futuro com a banda Vespas Mandarinas.

“Adoro todo tipo de música, até as músicas ruins. Aprendo com tudo”, comenta Hipólitho. Confira a entrevista na íntegra logo abaixo. Aproveite!

Antes de tudo, você é músico. De que forma e em qual momento surgiu o interesse em trabalhar com produção?

Sempre foi interessado em equipamentos, aos 17 anos já usava um Portastudio de 4 canais da Tascan para gravar demos das minhas bandas. No final dos anos 2000 eu gravei a demo da banda Vilania de Sorocaba e de lá para cá comecei a me envolver mais com isso. Mas, comecei tarde. Desde que comecei a gravar com os Forgotten Boys, lá em 1999 eu ficava vidrado com o processo todo. Então quando eu saí dos Forgotten Boys eu montei um estúdio super caseiro e comecei a estudar e a trabalhar mais com isso. Mas, eu acho que eu sou mais um engenheiro do que um produtor… não tenho muito saco para produção.

De que forma uma profissão influencia a outra?

Trabalhar com músicos experiente e inexperientes te trás referências e uma noção de como é estar dos 2 lados. Até hoje eu gravo minhas demos sozinho, é quando eu experimento coisas que eu talvez não faria com outras pessoas porque é muito arriscado, mas com isso eu aprendo e se der certo uso com os outros, como uma espécie de laboratório.

Seu estilo e gosto musical sempre foram muito nítidos desde a época do Forgotten Boys. De que forma isso influencia o seu trabalho como produtor?

Apesar de ser roqueiro, eu sou apaixonado por música em geral. E mais do que isso, sou um aficcionado por canções. Adoro todo tipo de música, até as música ruins. Aprendo com tudo. Mas, eu acho que talvez eu seja um pouco diferenciado na hora de gravar rock, acho que eu tenho um conceito muito bem resolvido e simples sobre o que e o que não é rock. Apesar de para mim tudo ser música. Eu gostaria muito de trabalhar com gravações de Reggae ou Samba, por exemplo.

Como você enxerga a produção hoje, já que estamos na era da tecnologia e do “do it yourself”?

O artista teve que aprender a ser auto-crítico. Mas, acho que são raros os artistas que realmente se viram sozinhos… esses são diferentes e especiais. Mas, produção musical ainda é a mesma coisa… transformar uma canção em uma gravação, fotografar aquilo da maneira mais adequada a uma proposta e intenção ou não. Gosto muito dos produtores de hoje em dia, realmente alguns gênios por aí produzindo música maravilhosa para todos nós.

Recentemente, você realizou um trabalho de produção com o Vivendo do Ócio. Quais as características mais marcantes deste trabalho na sua opinião?

Foi a primeira vez que colaborei com a produção e gravação de um disco “de gravadora”. Recebi o convite do Rafael para fazer e topei na hora. Trabalhar com os meninos, ajudar nos arranjos, tirar o som, tudo isso é muito motivador, e acho que o resultado foi um disco muito bom e necessário de rock nacional. Foi também mais um processo de aproximação ao trabalho do Rafael. Admiro o jeito que ele vê música e me identifico com isso e valorizamos inclusive as nossas diferenças, por amamos música e conseguimos do nosso jeito ouvi-la de um jeito “social” também.

Qual a sua influência na sonoridade conquistada no disco? O que você trouxe, especificamente, para o disco que, talvez, os caras da banda não tenham pensado?

Bom, a cozinha do disco foi gravada no meu estúdio, o Costella. O Rafael escolheu gravar lá porque tinha ouvido coisas que eu já tinha gravado. Basicamente som de bateria grande, abafado, som de sala e baixo distorcido… hahahaha sem muito segredo. Acho que a banda queria algo mais limpo, e eu e o Rafa queríamos algo mais garagem.

Em termos de equipamentos, quais você considera fundamentais para a sonoridade conquistada no disco?

Fora o ouvido e o amor, não sei… acredito no equipamento e investimos nisso, mas acho que o segredo está na performance individual e do grupo.

Como foi dividir a produção do disco com Rafael Ramos?

Aprendizado.

Quais seus próximos projetos como produtor?

Como produtor… hum… gravar uma faixa da banda Bonzo do Chile, que vem exclusivamente para gravar uma faixa comigo… espero que eu tenha tempo de produzir o disco dos Pedrero de Vilha Velha que fui convidado e pretendo ser “produzido” pelo Rafael na gravação do primeiro disco da minha banda, as Vespas Mandarinas.

Com um olhar de produtor, teria como fazer um top 5 de discos (nacionais e/ou internacionais) que gostaria de produzido?

Putz… vou citar alguns que são importantes para mim aqui no Brasil, mas, que eu não encostaria nenhum dedo.
Titãs – Cabeça Dinossaruro
Raimundos – Raimundos
Paralamas do Sucesso – O Passo Do Lui
Marisa Monte – Verde, Anil, Amarelo, Cor-de-rosa e Carvão.
Racionais MCs – Nada Como Um Dia Após O Outro Dia

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Estúdio Costella Apresenta

Entrei numas de ajudar a lançar bandas aqui no blog do Costella.

É o "Estúdio Costella Apresenta".

Como funciona!? Você me manda o link de uma banda, ou da sua, e eu decido se entra ou não. Simples.

É tão simples que eu nem respondo os e-mails. Se entrar entrou, tem que ficar esperto.

E aviso... mandar mais do que 1 (UM) e-mail vai queimar seu filme para o resto da vida comigo. Ficar pedindo resposta também. Ok!?

Mande as sugestões para elvis.costella@gmail.com

Regras (IMPORTANTE)


Título do e-mail tem que ser: "Costella Apresenta". 


No corpo do e-mail: Link para ouvir o som, cidade e nome da banda. 



Boa sorte.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

O equilíbrio nesse universo é uma força inevitável.

Já apanhei da minha mãe e do meu pai. Já levei tapa na cara da minha mãe. Nunca parei para julgar isso, mas sempre sempre tive a certeza nata que eu precisei e que isso me fez bem. Não estou julgando ser certo ou errado bater em crianças, mas cada caso um caso. O meu foi assim.

Seja lá o que eu fiz, apanhei, aprendi. E o amor só aumentou.

Enfim...

Dito isso, a minha filha Nina tem quase 3 anos e eu não consigo me imagina sequer gritando com ela um dia. E não é porque eu me considero ser de uma nova geração de pais que aprenderam com sua educação,  é porque acredito que no meu caso a resposta está na Nina. Acredito que é a Nina que faz parte de uma nova geração de filhos.

Ela tem apenas 2 anos, quase 3, e já estou convicto de que ela é muito melhor do que eu jamais sonhei em ser um dia. Não existe treino para isso, você nasce assim e pronto. E como nós humanos decidimos os conceitos de certo e errado, existe sim pessoas melhores e pessoas piores. Eu sou pior do que minha filha de quase 3 anos. E ponto.

Desculpe te informar, mas tem gente ruim e gente boa nesse mundo. Tem sim. Enfim...

O que me leva a crer, que nessa história quem veio me para ensinar foi ela. Eu a seguirei devotamente até o fim sabendo que ela me leva para o lado certo.

No meio do caminho espero saber o que devo incentivar, o que devo reprimir e a quê devo fazer vista grossa - até que ela perceba que quem manda é ela - aí perderei completamente o controle, entrarei em crise e enfim terei a minha prova de fogo nesse planeta. Espero que isso demore o máximo possível, mas espero que aconteça na hora certa.

Como meu professor Mad Zoo um dia disse: essa geração de crianças está aí para enfrentar os ruins que estão chegando, elas precisam ser capazes de carregar mais amor do que jamais julgamos nossa raça ser capaz porque os maus que estão no mesmo caminho serão de igual força e o equilíbrio nesse universo é uma força inevitável.

E cada dia mais, só me importa o amor.

E como diria outro mestre, o Salomão Schwartzman: E seja feliz.